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E agora? Seu filho vai passar de ano?

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Nessa época do ano, até os alunos que não são bons em matemática, fazem contas. Será que vai dar para
passar? Com a chegada do fim do ano letivo, os pais começam a se questionar: como foi o desempenho de meu filho? Será que ele vai ?car de recuperação? Será que vai ser reprovado? Dúvidas que a?igem pais e filhos e que, muitas vezes, não podem ser respondidas na sala de aula.

PAIS NOTA 10.

E mais um ano letivo chega ao fim. Enquanto muitas crianças e adolescentes já imaginam aonde e como vão passar as férias, muitas outras se encontram preocupadas sem saber se irão ser aprovadas na
escola. Para muitos, esse é o temido período de provas  finais. Para os pais, as dúvidas também são grandes: será que o correto é brigar? Devo contratar um professor particular? Como posso ajudar?
Como já dissemos algumas vezes, brigar nem sempre é o melhor caminho. Pressionar, muito menos. Deve-se compreender porque seu  filho está passando por dificuldades. A professora Amélia Guimarães, que dá aula de matemática em uma escola em Seropédica, afirma: “pessoas são diferentes. E raríssimas vezes encontro bons alunos em matemática. A grande maioria apenas decora as fórmulas, sendo que o importante é aprender. Isso explica o porquê de tantas notas baixas. Pergunte ao seu fiho onde está a dúvida, ofereça ajuda. Mesmo que seja a de um professor particular. Saber que conta com o apoio dos pais é fundamental para que a criança adquira confiança para estudar e enfrentar desafios. Além disso, o acompanhamento dos pais deve ser constante e não apenas no final de ano.”.

LIDANDO COM AS DIFERENÇAS.

Já vimos que o importante é conversar e oferecer ajuda. Mas e quando os pais têm dois filhos e um deles vai bem na escola e outro não?


A comerciante Leila, mãe de Renata e Roberta é um exemplo. “A diferença
de idade entre as duas é pouca. Roberta é uma boa aluna, já a Renata é um pouco preguiçosa para
estudar. Tento não  ficar comparando as duas, nem tento forçar que a uma estude como a outra. Divido meu tempo, porém dando um foco maior à fihla que não está bem. Conversei bastante e expliquei que estudar é coisa séria.Tudo tem hora e momento certo e se ela está estudo mais agora, é porque não estudou o suficiente durante o ano todo. De uma forma muito leve, ela já toma consciência de que cada atitude tem uma consequência diferente. ”.

Intuitivamente, Leila ofereceu a melhor opção. Não adianta comparar, além da rivalidade, você só vai estimular o sentimento negativo e, muitas vezes, de rejeição entre as crianças, que no futuro, poderá trazer sérios problemas.

Um diálogo sincero e uma boa dose de atenção podem ajudar. O importante é não pressionar ou muito menos intimidar. Ajude e, se necessário, chame a atenção, afinal a escola é a porta de entrada que seu filho tem para o futuro.



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