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Profissão certa: você já escolheu o que vai ser quando crescer

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Dando continuidade sobre a série de matérias especiais sobre o vestibular, a Revista Help.Com vai
mostrar agora como é difícil escolher uma carreira a seguir e como a influência dos pais pode ser benéfica ou, como acontece em muitos casos, desastrosa para a vida profissional dos filhos. 

VOCAÇÃO PARA SER FELIZ:
Na infância é muito fácil: a maioria dos meninos quer ser jogador de futebol, bombeiro e as meninas professoras, bailarinas e, nos dias de hoje, modelos.
À medida que crescemos vamos adquirindo mais conhecimento sobre o mundo e sobre as profissões.
Algumas pessoas, no entanto, já crescem com a influência dos pais: por exemplo, se os pais são médicos ou advogados, os  filhos já crescem
conhecendo e observando a profissão. Por um lado, essa in?  uência pode ajudar, pois a criança já conhece um pouco sobre os processos e funções do trabalho, mas por outro lado pode atrapalhar, principalmente se os pais forçam ou fazem a criança acreditar em uma vocação que na verdade ela não tem. 

ANTES DO TRABALHO, AS DÚVIDAS:
Por mais que todos tentem influenciar, escolher uma profissão é uma responsabilidade que não pode ser transferida a ninguém. E a medida que o vestibular chega a dúvida e o nervosismo se acentuam.
Rodrigo Pereira já enfrentou isso algumas vezes: “O primeiro vestibular que prestei era para arquitetura, uma carreira parecida com a do meu pai, que é engenheiro civil. Após um ano de faculdade, descobri que aquela não era minha vocação. Conversei e tive coragem de recomeçar do zero. Agora, depois de quase seis anos  finalmente estou me formando em veterinária.”.

Porém há casos em que uma ajudinha dos pais é  fundamental. Osvaldo Lemos, farmacêutico é um 
desses felizardos. “Meu pai possui uma farmácia, há  anos, em uma cidade do interior. Na hora de escolher  a profissão não tive dúvidas, decidi seguir os passos da 
família e estou feliz e realizado.”.

UM TESTE DE PACIÊNCIA:
Só que muitas vezes a escolha não é tão simples. 
Por isso a realização de testes vocacionais e boas  conversas com pro?  ssionais de uma determinada 
área podem ajudar. Se você está em dúvida sobre  direito ou  fisioterapia, por exemplo, converse com  advogados e fisioterapeutas e pergunte sobre a rotina  da profissão, sobre como é o mercado de trabalho e  sobre a remuneração.
Já os pais devem  ficar atentos: apesar de querer  sempre o melhor para os filhos, lembre-se que eles 
terão que seguir os passos sozinhos. Muitas vezes o seu  sonho pode não ser o mesmo que o dele. O filho de um  ótimo cardiologista pode não ter o menor jeito para  ser médico e se você sempre quis ser jornalista, mas  não conseguiu, talvez sua filha queira ser agrônoma.
Respeite a opinião e escute. Afinal, esse é apenas  o primeiro passo de uma longa jornada rumo ao  mercado profissional.

 



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