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A idade do "por que". Como conviver com a curiosidade infantil.

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Uma antiga propaganda afirmava que o que move o mundo são as perguntas, não as respostas. Essa frase diz muito sobre a natureza humana, sempre irrequieta. Mas há uma fase da vida que a curiosidade pode levar pais e mães à loucura. É a idade do por que, o período entre 2 e 3 anos de idade em que responder a todas as perguntas pode se tornar uma tarefa praticamente impossível. A descoberta de um novo mundo . A idade do por que está muito associada à descoberta da fala e da comunicação. Neste período, as crianças começam a articular as primeiras frases e já conseguem se comunicar, ao seu modo, é claro, com bastante desenvoltura. É nesta época, também, que algumas mudanças ocorrem na rotina infantil: os pequenos começam a frequentar creches e escolinhas, dão início a uma vida social, convivendo com outras crianças e com adultos fora do seu círculo familiar, começam a desfraldar e isso já demonstra um leve sinal de independência. Tantas novidades precisam de um tempo correto para serem absorvidas e com isso, nada mais natural, que a criança comece a perguntar sobre tudo para quem ela tem mais confiança e afinidade, ou seja, os pais.
O porquê das coisas .
Só que nem todas as dúvidas são fáceis de serem respondidas de imediato e algumas perguntas podem se tornar grandes saias justas. E agora? Como responder questionamentos como: “Por que tenho que ir à escola?”, “Por que o corpo de meninos e meninas são diferentes?” e mais tantas outras que podem constranger os pais.
A primeira tática é ter calma e paciência. Lembre-se que você é a referência para seu filho e, por isso, é normal que você seja a pessoa a ser questionada. Outra dica importante é responder tudo com tranquilidade e objetividade, se possível, usando os termos corretos. Fique ciente que uma criança só pergunta aquilo que ela está disposta a escutar como resposta. E, quanto mais clara ela for, menos dúvidas seu filho vai ter.
Sem medo do desenvolvimento .
Responder às perguntas faz parte do crescimento e desenvolvimento de seu filho. Então, não tenha medo: não há um limite definido de quantas perguntas ele pode fazer. Será a curiosidade que o levará adiante e o ajudará a se relacionar melhor com o mundo ao redor. Com discernimento, carinho, transparência e um pouco de cuidado, você estará o ajudando a amadurecer cada vez melhor mais rápido e melhor.

 



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