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Pais ausentes: como encurtar as distâncias.

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Dizem que ser pai ou mãe é o melhor trabalho mundo, mas também é o mais difícil de todos. O problema é que nos dias de hoje, poucos são os pais que dispõe de tempo para cuidarem integralmente de seus filhos. Muitos tentam conciliar a vida profissional com a atribulada rotina familiar.
Se por um lado, cresce o sentimento de culpa por passar tanto tempo longe das crianças, por outro, os filhos tendem a se sentir preteridos. E a pergunta mais usual: como conciliar os dois lados dessa mesma moeda? Para tentar ajudar você, nós fomos atrás de algumas respostas.
a consTrUção do afeTo.
O nascimento de um filho é o divisor de águas na vida de muitas pessoas. Além da alegria, chegam as preocupações, a insegurança e, acima de tudo, a vontade de oferecer o melhor possível para esta nova vida. Porém, oferecer o melhor, não é apenas uma questão financeira.
 
Os pais devem ficar cientes que a construção do afeto começa na infância. É nesta fase que aprendemos a gostar, nos relacionar com outras pessoas e, principalmente, aprendemos valores e lições que irão nos moldar para o resto da vida. Ter o melhor não é apenas ter dinheiro para comprar o presente caro no natal, mas sim, estar presente, ensinando e apoiando as descobertas e impondo limites. Só que, infelizmente, é impossível estar o tempo todo ao lado dos filhos. Por isso, tente compensar a quantidade com a qualidade. Quando estiver com a criança, estabeleça uma conexão, busque a proximidade e a confiança. Fale e comprove que, mesmo distante fisicamente, seu amor e sua preocupação sempre estarão presentes. longe e perTo ao mesmo Tempo.
Quando o distanciamento não é apenas físico, mas afetivo, a criança pode crescer com um forte sentimento de rejeição, algo que vai afetar diretamente o relacionamento familiar, com colegas de escola e, mais tarde, até amorosos. O filho tende a ser cada vez mais retraído, sente-se abandonado e sem ter em quem confiar ou pedir ajuda.
Outro problema da ausência dos pais vem na adolescência. Esta é uma fase em que, normalmente, questionamos a autoridade e tentamos ultrapassar qualquer limite. Por isso, mostre-se presente mesmo que distante: escreva bilhetes, telefone na hora de seu horário de almoço, mande e-mails e use toda a tecnologia a seu favor. Deixe claro que a distância física é só um detalhe e que você está perto, não apenas para brigar, mas para escutar e conversar. Quando um filho é amado de verdade a distância física é algo quase sem importância.
Um bom relacionamento não vem da quantidade de horas que passamos ao lado das pessoas, mas dos gestos, carinho e cumplicidade dos momentos compartilhados.
Explicar ao seu filho que você precisa trabalhar é fundamental. Afirme que isso é algo natural entre os adultos e que não significa que você não está o deixando ou que não o ama. Porque o amor entre pais e filhos não pode ser mensurado por nenhuma medida. Inclusive metros.

 

 

 

 



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