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Automedicação. Um veneno que pode matar.

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Esta é 53ª edição da RevistaHelp.com e, de vez em quando, alguns temas se tornam constantes. Não é falta de criatividade, mas porque, eles são muito comentados por cartas ou e-mails. Outros, no entanto, estão sempre em pauta porque são mais que um alerta: são uma realidade que precisa ser duramente combatida. Infelizmente, este tema de saúde é recorrente, a automedicação. Um hábito perigoso que, por ano, faz milhares de vítimas.

CURANDO UM MAL. GERANDO OUTRO.
Os dados são alarmantes. Segundo a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em 2012, a automedicação foi responsável por 18% das mortes por envenenamento. E 23% dos casos de envenenamento infantil estão ligados a ingestão de remédios que não foram corretamente armazenados*. Isso nos mostra que, ao contrário do senso comum, um comprimido, algumas poucas gotinhas, podem sim, fazer muito, muito mal.
Os dados são apenas um reflexo de um comportamento que já se tornou normal por grande parte dos brasileiros. Muitas vezes, por falta de tempo e até mesmo dinheiro, não procuramos ajuda especializada, ou seja, um médico. Achamos que “aquele” remédio, usado pela amiga ou familiar, que deu muito certo para aquele indivíduo, também vai nos fazer muito bem. Essa atitude pode, ao invés de ajudar, piorar ainda mais o problema.
Cássio Silva, vigilante, é um bom exemplo: “Estava com uma leve dor de cabeça e pedi um remédio para uma amiga de trabalho. Só que sou alérgico à dipirona (princípio ativo do medicamento) e, por causa da reação que tive, passei 3 dias no hospital.”

SE É TÃO COMUM, COMO COMBATER?
Cássio é apenas uma de milhares de pessoas que já passaram por problemas devido a automedicação. E esse mal deve ser combatido desde sempre, sem desculpas.
• Quando se sentir mal, por menor que seja o sintoma, procure um médico. Ele saberá que medicamento prescrever e a dosagem exata. Ou seja, você não deve aumentar ou diminuir a quantidade por vontade própria.
• Outra dica importante é ficar atento: um remédio que tenha sido ótimo para você, pode causar transtornos sérios para outras pessoas. A não ser que seja médico, não receite e nem procure fornecer dicas ou remédios.
Fique de olho: pois não é apenas a sua saúde que está em jogo. Com isso, você vai ajudar a curar, de vez esse mal.
• Fonte: www.saude.net.

 

 

 

 



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