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Aprendendo a perder. Crescendo a partir da dor.

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Muitos não aceitam o fim de uma relação. Desta forma, acabam perdendo-se em si mesmos. Podemos ficar desequilibrados com a partida de um amor. A dor pode ser muito forte, causar intenso sofrimento. Mas essa mesma dor pode ser bastante fecunda se soubermos aproveitá-la para crescer.
Muitas vezes, precisamos amar nossa dor. Em alguns momentos é o único jeito de continuar vivendo. Quando acolhida, a dor se dissipa aos poucos. Passou, acabou. Aceite o fim. A batalha está perdida e aprender a perder é muito importante.

O PROCESSO DE APRENDIZADO DA DOR.
“Há sepultamentos que são necessários para o prosseguimento da vida. Não prolongue no tempo o sofrimento.”. Essa frase nos mostra que devemos aceitar e aprender com os ensinamentos que a perda nos traz.
Uma semente que não aceita morrer não pode produzir novos frutos. A vida continua. Independente de a perda ser de um ente querido ou do término de uma relação. Quem não aprende a lidar com as perdas, corre o risco de manter a vida estacionada.
Por isso, organizar o luto é fundamental para que o processo de cura seja iniciado. Não insista em aprisionar o que não lhe pertence, reter o que não mais existe, o que já se foi, o que já morreu e que já partiu. Aquele que reconhece ter perdido já começa a ganhar. “Abrir mão da vida que já não nos pertence é um jeito sábio de perder para ganhar”. ciclo da vida.
O tempo todo nós perdemos. Muitas vezes não nos damos conta, porém, estamos num constante de perdas e ganhos. Toda escolha implica num ganho, mas também, numa perda. Não há como ter tudo.
O ser que éramos ontem, hoje, já não somos mais. Nós nos modificamos o tempo todo. Algo em nós já começou a morrer. Mas, outras realidades já nasceram, novos conhecimentos foram construídos, novas experiências vivenciadas.
Entretanto, sabemos que a morte do que somos desordena tudo. Mexe, modifica, desinstala. Lembrese: “O passado pode ser um quadro na parede, mas nunca a mobília principal.”. Se você não aceita uma perda, você está vivendo a negação constante da realidade. Devemos tentar viver confortáveis em nós mesmos.
PREPARE-SE PARA SER FELIZ!
Preparar a felicidade já é um jeito de voltar a ser feliz. “O período das demoras são naturais numa obra. Há um tempo de espera até algo florescer.”. Devemos aprender a saborear as esperas.
Talvez a infelicidade seja ficar no lugar errado e sentir que o erro está aos poucos nos matando. Muitos se acabam antes mesmo de morrer. Mortos em vida, ausentes de si mesmos. Não permita que as lembranças que lhe deixam tristes permaneçam em você.
Não há nada melhor do que aceitar. Aceitar o fim, aceitar e se permitir ser quem você é. Aceite- se com seus defeitos e qualidades. Aceite as perdas que aparecerem na sua vida. Nada é por acaso, tudo tem um propósito. Confie na vida e siga em frente. Um dia você entende. Não perca tanto tempo buscando respostas, preocupe-se mais com as questões. Um dia você vai olhar para traz e ver como se fortaleceu e cresceu. Estamos aqui para evoluir. Não estacione no tempo e não se faça de vítima.
Nunca imaginei tirar tantas lições de vida e relacionamento, encontrar tanta beleza, sabedoria, amor, psicologia, filosofia e jardinagem num livro escrito por um padre. Psicologia é tudo isso. Abra a sua mente, está tudo ligado! Não deixem de ler um dos livros mais ricos que li nos últimos dias: “Tempos de Espera” do Padre Fábio de Melo. Dividi com vocês algumas dessas belíssimas lições, uma verdadeira aula de psicologia.
Aline Cataldi
Aline Cataldi – Psicóloga CRP:05/29285
Mestre em Saúde Mental (UFRJ)
Site novo:
www.alinecataldi.com.br

 

 

 

 



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