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Amsterdã.Uma cidade muito à frente do nosso tempo.

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Geralmente oferecemos algumas linhas de introdução aos nossos leitores para ambientá-los sobre o destino que está escrito na matéria. Porém, dessa vez, vamos ser mais diretos. Visitar Amsterdã, na Holanda, não é apenas fazer turismo. Mas sim, ir além em nossa própria sociedade. Isso porque, ela é um exemplo de civilidade, competência governamental, respeito ao outro, não importa qual seja sua raça, credo ou preferência sexual e também, um exemplo de respeito às liberdades individuais. Fora que você entrará em contato com paisagens de tirar o fôlego e soluções ambientais que mostram o orgulho e a preocupação do povo holandês com a natureza. E acredite: esses são apenas alguns motivos que fazem de Amsterdã uma cidade na vanguarda de seu tempo.
Básica sem ser Básica.
Amsterdã parecer ser uma cidade perfeita até mesmo para os viajantes. E isso se deve a diversos fatores: o primeiro, como os Países Baixos fazem parte da União Europeia, os brasileiros não possuem necessidade de visto (embora os agentes de imigração possam solicitar confirmação de reserva de um pacote turístico, assim como o itinerário completo da viagem).
Outro ponto de destaque é que há voos diretos de várias cidades brasileiras, incluindo o Rio de Janeiro. E o principal deles: você vai desembarcar no aeroporto de Schiphol, um dos terminais aeroviários mais movimentados do mundo, com uma incrível capacidade de conexões para outras cidades da Europa, como, também, para a Ásia e África. Em resumo: como é comum em viagens pelo Velho Continente, os turistas costumam visitar diversas cidades diferentes, em diversos países diferentes, em um curto espaço de tempo. Para otimizar sua estadia e deslocamento, você poderá escolher, sem problemas, Amsterdã como seu ponto de chegada ou partida da Europa.
Outros benefícios: o aeroporto fica a 20km do centro da cidade e você poderá escolher entre trens (extremamente pontuais, que saem de 20 em 20 minutos, com bilhetes custando €3.70) ou táxis. Uma atração para cada tipo de tUrista.
Se existe algo difícil sobre Amsterdã é escolher qual o tipo de atração mais lhe agrada. Devido a sua multiplicidade, você entrará em contato com diferentes extremos: do mais moderno ao mais antigo e do mais urbano ao mais natural e do mais convencional ao mais liberal. Mas antes de falarmos sobre das principais atrações, vale lembrar que a melhor forma de acessar os pontos interessantes da cidade é da maneira mais simples de todas: a pé.
O centro é recortado por canais e ruas e todas partem da Estação Central, que acaba se tornando o principal ponto de referência. Um passeio a pé, sem compromisso, ajuda você a observar e captar o estilo e espírito da cidade.
Para quem deseja percorrer grandes distâncias, além dos trens, a cidade mostra sua característica mais fascinante: o principal e mais utilizado meio de transporte dos habitantes é a simples e básica bicicleta. Por todos os lugares há pontos onde você pode alugá-las por €8 ao dia. Para quem deseja ver Amsterdã de um outro ângulo, há os barcos que navegam pelos canais e os bilhetes, para cada viagem, custam €16.

É PROIBIDO PROIBIR.
Amsterdã é uma referência em cultura, conhecimento e civilidade. Tanto que, algumas atitudes, consideradas crimes em qualquer outra parte do mundo, são permitidas. E um bairro que possui essa faceta mais liberal é o Red Light District (ou Distrito da Luz Vermelha). Uma área aonde a prostituição é liberada. Por incrível que pareça, este local atrai a atenção dos turistas, seja pelo clima transgressor ou pela “atração” mais conhecida do público menos informado: os coffeeshops. Mas o principal produto vendido nestes locais não é o café, mas sim, a maconha e haxixe. Ao contrário do Brasil, o consumo dessas substâncias entorpecentes não é crime. Mas para fazer o uso é preciso seguir algumas regras: não é permitido o consumo nas ruas. Eles devem ser comprados e consumidos dentro dos coffeeshops e só é permitido o transporte de 5 gramas, caso você queira consumir em casa. Vale lembrar que não é permitido o consumo nos hotéis.
CULTURA POR TODOS OS LADOS.
Mas se o clima transgressor não agrada, Amsterdã oferece mais opções para quem deseja ficar conectado ao mundo das artes e cultura. Ao todo, são mais de 50 museus, dos mais diferentes temas. Talvez o mais famoso seja o dedicado a um dos maiores pintores de toda humanidade: Van Gogh. São mais de 200 quadros (incluindo os mais famosos) e quase 500 desenhos, divididos pelas fases da carreira do pintor. Outro museu dedicado a um dos maiores expoentes da pintura holandesa é a Casa de Rembrandt. Como o próprio nome diz, essa é a casa que o pintor viveu entre os anos 1639 a 1659 e, atualmente, abriga boa parte de sua obra.
Outro local de verdadeiro fascínio, não pela arte, mas pela triste e marcante história, é a casa aonde viveu Anne Frank. Durante a Segunda Guerra, a família Frank ficou escondida em um anexo no centro da cidade. Lá, Anne escreveu seu famoso diário sobre a guerra e o medo. Algum tempo depois eles foram descobertos e apenas o pai sobreviveu, fazendo o mundo conhecer o livro póstumo da filha.
UMA TULIPA PARA VOCÊ.
Como não poderia deixar de ser, o respeito pela natureza é visível em cada área da cidade. E um dos maiores ícones da bem sucedida integração entre homem e meio ambiente é o parque Keukenhof. Ao todo, são 32 hectares de jardins bem cuidados com mais de 7 milhões de tulipas! Há um pequeno porém, essa maravilha está aberta ao público apenas na primavera (período de março a junho). Se você não deseja esperar, ou vai fazer a viagem em outra época do ano, a pedida é passear pelo Vondelpark, o maior e mais famoso de Amsterdã. Todo ano mais de 10 milhões de visitantes se encontram para passear com cachorros, praticar exercícios ou apenas relaxar. E o melhor: no verão (de junho a agosto), o parque recebe shows de música, peças de teatro e diversas outras atrações, tudo ao ar livre.
Como falamos no começo da matéria, uma viagem a Amsterdã é muito mais que uma simples fuga da rotina. É uma lição para o resto do mundo de como é possível viver e conviver com as diferenças em um mesmo espaço urbano. E se depender da gente, essa é uma sala de aula que vamos fazer questão de frequentar. Pra sempre.
 

 

 

 

 



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