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O perdão e o seu poder curativo.

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A única força capaz de deter a corrente das recordações dolorosas é a capacidade de perdoar, já que o ódio, nossa reação natural às ofensas graves e às injustiças, surge com a maior facilidade.

Perdoar, para uma pessoa comum não é fácil. É uma ação que nos parece quase anormal, porque nosso sentido de justiça diz que os ofensores devem pagar pelo dano que provocaram. Não somos os únicos a reviver uma ofensa que ficou gravada na parte mais profunda da nossa memória e de onde provém toda a nossa dor. Mas perdoar pode resultar em algo milagroso, de cura e reconciliação.
O ódio é uma verdadeira doença.
O ódio, passivo ou agressivo, é como um câncer que se estende, corrói, rouba de nós a alegria e ameaça nossa saúde. Prejudica mais à pessoa que o sente do que à pessoa que é objeto dele.
É preciso cortá-lo pela raiz, para nosso próprio bem. Ter raiva, encontrar-se irado, ressentido, sentir que o rancor se apoderou de nós é como um veneno que fica ali, à espera de ser extirpado.
É importante se dar uma segunda oportunidade: corrigir este terrível sentimento. Perdoar rompe as grades da dor que encarceram a mente e abre a porta para novas possibilidades.
Ideias que podem nos guiar para o caminho do perdão:
Enfrentemos nosso rancor: a fúria reprimida ferve abaixo da superfície e infecciona todas as nossas relações. Reconhecer que sentimos rancor nos impulsiona a tomar uma decisão com relação à cirurgia da alma, que chamaremos de perdão. Ao tomar a decisão de fazê-lo, libertamo-nos do rancor.
Vamos separar o ofensor da ofensa: podemos sentir raiva contra a ofensa, não contra o ofensor. Esqu eçamos o passado: se não o fizermos, continuaremos presos a ele, e estaremos “hipotecando” nosso futuro com o ódio. Uma vez dado o perdão, esquecer será um sintoma de saúde. No final, poderemos esquecer porque estaremos curadas. Não desista de perdoar: é difícil desligar-se do hábito de odiar. Teremos que tentá-lo muitas vezes até conseguirmos fazê-lo definitivamente. Quanto maior a ofensa, maior será o tempo necessário para perdoar, mas pouco a pouco, conseguiremos fazê-lo.
Esse texto foi retirado da apostila do Grupo MADA - Mulheres que Amam Demais Anônimas. Mas resolvi compartilhar com vocês porque trabalhar a questão do perdão e do rancor é fundamental em uma terapia, já que, em longo prazo, podem causar doenças físicas e transtornos psicológicos.
Aline Cataldi
Aline Cataldi – Psicóloga CRP:05/29285
Mestre em Saúde Mental (UFRJ)
Site novo:
www.alinecataldi.com.br

 

 

 

 



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