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Ansiedade infantil. Um problema cada vez mais comum nas crianças.

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Muitas pessoas pensam que os problemas modernos,como depressão e ansiedade, são exclusivos da vida
adulta. Afinal, nós temos diversos momentos de tensão durante todo o dia: pressão no trabalho, em casa e até no trânsito. Porém, este cenário está mudando.
Diversas crianças estão sofrendo do mal do século XXI, a ansiedade. E você, sabe responder com exatidão quais são os sintomas? Ou, ainda mais grave: você sabe responder se eu filho é ansioso?

A ansiedade de todos nós.
Antes de tudo, é preciso esclarecer que a ansiedade, na dose correta, é absolutamente natural. Na realidade ela até impulsiona adultos e crianças a fazerem tarefas normais e corriqueiras. Porém, em algumas pessoas, a ansiedade passa dos limites normais causando incapacidade de lidar com tristezas e frustrações. Com as crianças acontece o mesmo.
Outro fato que necessita ser desmitificado é que o filho de pais ansiosos, necessariamente, será ansioso. A ansiedade nem sempre é fruto de observação ou tão pouco uma característica genética. Ela pode sim, vir a ser originada das atitudes dos pais em relação aos filhos ou do ambiente no qual a criança está inserida.
Quando o muito não é o bastante.
Identificar os sintomas da ansiedade infantil pode ser uma tarefa bastante complicada. Até porque,
o que pode ser chamado de birra, pirraça ou mal comportamento, muitas vezes, é apenas o reflexo e a
forma como a criança exterioriza a ansiedade.
Até mesmo os bebês podem ser ansiosos e eles demostram isso através do choro constante, sono
frequente ou dificuldades alimentares. Em crianças mais velhas, a ansiedade pode ser verificada através da irritabilidade, necessidade frequente do adulto por perto e na não aceitação das regras. Já em crianças na idade escolar, a ansiedade pode ser constatada na falta de disciplina, não respeito à privacidade alheia, inquietude e falta de foco em uma atividade específica. Em todos os casos e em todas as idades, a atenção dos pais deve ser constante e frequente.
Convivendo com os medos.
Como já havíamos falado, a necessidade da atenção paterna é fundamental. Os pais devem estar atentos e conscientes, pesquisado, conversando com profissionais especializados, professores, amigos de escola e, claro, conversando com a própria criança.
A necessidade de explicar e fazer com que a criança lide com as frustrações será fundamental para que ela cresça aprendendo a conviver e aceitar de maneira sadia os próprios medos e preparando-as para situações muito mais complexas que elas enfrentarão na vida adulta. Estimular, pouco a pouco a independência, com limites, obviamente, poderá facilitar para que a criança tenha desenvoltura para entrar e sair de situações estressantes.
Mas a conversa e o aprendizado não é a única maneira de evitar a ansiedade nos filhos: propiciar um ambiente saudável, com menos brigas e discussões e mais respeito mútuo poderá ser um verdadeiro remédio para a ansiedade infantil. Ou seja, uma grande parte da saúde psicológica do seu filho dependerá do seu carinho e atenção, seja na infância ou para toda a vida.

 

 

 

 



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