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Diabetes em animais. Fique atento a esta doença.

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Na edição passada nós falamos sobre as alergias que também podem afetar nossos melhores amigos. Neste mês, citaremos mais uma doença que  pode afetar tanto os humanos quanto os animais de estimação: o diabetes.
Leia a matéria e fique por dentro desse problema que, se não for tratado, pode comprometer severamente a saúde de cães e gatos.


NUma doença silenciosa.
Uma primeira pergunta: você sabe o que é diabetes?
Assim como em nós, humanos, esse problema de origem hormonal afeta a capacidade do organismo em metabolizar o açúcar no sangue. O pâncreas produz um hormônio chamado insulina e é essa substância que se encarrega de levar as moléculas de glicose (açúcar) para serem transformadas em energia dentro das células. Porém, quando há deficiência nesse processo
e o corpo não consegue transformar açúcar em energia, se dá o diabetes. Tanto nos animais quanto nas pessoas ela se divide em dois tipos: o tipo 1 e o tipo 2. 
O tipo 1 ocorre quando o pâncreas não consegue produzir insulina o suficiente ou para de funcionar. 
Esse tipo é mais comum em cães, geralmente entre os 4 e 14 anos de idade, principalmente entre as fêmeas.
Algumas raças possuem uma pré-disposição a este tipo de doença como: Poodle Miniatura, Samoieda, Pug, Poodle Toy e Schnauzer Miniatura.
Já na diabetes tipo 2, ocorre quando o corpo produz insulina, mas o organismo não a utiliza corretamente. Esse tipo da doença afeta mais os gatos, sem, necessariamente, haver uma pré-disposição de raças.
Características e sintomas.
Os sintomas também são bastantes parecidos: no Tipo 1, o animal ingere muita água, urina com mais frequência e perde peso com muita facilidade. Se não for diagnosticada precocemente pode fazer com que o cão tenha catarata e diversos problemas de cicatrização. Já no tipo 2, o ganho de peso é mais notório. Os gatos enfrentam muita dor ao caminhar e o estado de prostração é nítido.
O diagnóstico só pode ser feito com a ajuda de um veterinário através de um exame de sangue e o tratamento, geralmente, começa com um controle da alimentação, com rações e dietas específicas. Em alguns casos os cães necessitarão de doses de insulina, que deverão ser aplicadas sempre no mesmo horário, todos os dias. Já nos gatos, em alguns casos, não é necessário o uso de remédios.
Faça a sua parte.
Mesmo com a pré-disposição e cuidados, o dono deve fazer a sua parte. Estabelecer diariamente uma rotina de passeios e brincadeiras, manter o animal sempre ativo e evitar, por mais difícil que seja, oferecer comidas e petiscos fora de horário vão ajudar a manter a saúde e o bem estar de seu melhor amigo. Fique atento à qualquer alteração de peso e, sempre que
possível leve seu bichinho de estimação ao veterinário. Ele precisa desse carinho.

 

 

 

 



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