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Os perigos da automedicação.

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Durante anos, o taxista Cláudio conviveu com umenorme mancha roxa em seu rosto. Neste mesmo período, também, ele, sempre que tinha o menor sinal de dor de cabeça, entrava na primeira farmácia
e comprava um analgésico. Foi em um exame de rotina que ele descobriu que a mancha roxa, que
causava desconforto e vergonha, era, na verdade, uma reação alérgica à dipirona, principio ativo dos remédios de dor de cabeça.
No caso de Cláudio o problema foi apenas estético, mas em outros casos, a automedicação, ou seja, tomar remédio sem o acompanhamento e indicação médica, pode trazer consequências sérias e, até mesmo, levar ao risco de morte. Por isso, fique atento e leia essa matéria especial.

Mais uma dose. Durante muitos anos, qualquer pessoa podia entrar
em uma farmácia e comprar, livremente, uma extensa lista de analgésicos, anti-inflamatórios e antibióticos. Mas ao longo do tempo, os médicos, farmacêuticos e o governo começaram a perceber que a automedicação, no Brasil, chega a ser um problema de saúde pública. Hoje, alguns medicamentos exigem receita e indicações precisas do médico.
O motivo é muito simples: nosso corpo é um mestre na arte da adaptação. Para tornar mais lúdico, imagine que, todo dia, você se exercita levantando
um determinado peso. Ao longo das semanas, você estará acostumado e precisará pegar um peso muito maior para sentir o mesmo esforço. Mal comparando, os remédios agem dessa forma. Você toma uma dose determinada pelo tempo determinado. Exagerar em um desses dois fatores poderá fazer com que seu corpo, na próxima vez, necessite de porções muito maiores. E as complicações podem ser muitas: uma simples bactéria precisará de muito tempo para ser tratada. O abuso dos medicamentos pode fazer você ter desde problemas gástricos e intoxicações até mesmo, dependendo do remédio, comprometimento irreversível do sistema nervoso central. E tome cuidado: esses são apenas alguns dos problemas.
Brincando de esconde-esconde.
Outro perigo da automedicação é que sintomas deproblemas sérios podem ser escondidos pelo efeito do remédio. Para piorar, há ainda o caso da dependência química. Assim como o cigarro ou a bebida a pessoa, simplesmente, não consegue levar uma vida normal, saudável, sem o uso de determinada substância.
Um dos exemplos mais comuns da dependência são algumas pessoas que, simplesmente, acham que não conseguem respirar direito sem o uso constante de um descongestionante nasal. Ou seja, o que era a cura acaba se tornando o próprio veneno.
Saiba como evitar:
• Tenha em mente que apenas o médico pode prescrever a substância e o medicamento correto.
• Não siga a indicação de amigos ou parentes. Um remédio ótimo para alguém pode ser um veneno para você.
• Dores constantes, azia, má digestão podem esconder sintomas de outras doenças. Por isso, procure sempre o médico!

 

 

 

 



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