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Colapso ambiental. O mundo está pedindo socorro.

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Crescimento acelerado. Cidades cada vez mais cheias, abandono do campo, necessidade maior de energia para abastecer um mundo cada vez mais acelerado. Em poucas linhas acabamos de descrever um pequeno panorama do mundo atual. Seja aqui, nos Estados Unidos ou em países asiáticos e africanos, estamos vendo metrópoles crescendo vertiginosamente, necessitando de cada vez mais espaço e insumos para abastecer sua superpopulação. Porém, fica a pergunta: até quando nosso planeta vai aguentar?

Um problema de séculos.

No século passado o mundo foi assolado pela revolução industrial. A produção de bens de consumo se tornou mais rápida e acessível a grande parte da população urbana. Na Europa, por exemplo, para manter esse ritmo de crescimento, foi necessário um forte investimento em termoelétricas, usinas que utilizam o carvão vegetal como matéria-prima. Porém, a revolução industrial foi apenas o primeiro passo. A sociedade, como um todo, passou a girar em torno da produção, comercialização e consumo de bens manufaturados e industrializados. As casas ganharam eletrodomésticos e as ruas mais automóveis e até a comida, antes trazida diretamente do campo, já pode ser consumida em embalagens prontas. Cada vez mais precisamos de recursos: energia, alimentos, gasolina para nossos carros, roupas, para nos mantermos vivos, saudáveis e confortáveis.

Mas há um fator importante: muitos dos recursos utilizados não conseguem acompanhar o desenvolvimento humano. Ou seja, eles não são renováveis e, dia a pós dia vão diminuindo, até um momento que, enfim, finalmente cessem por completo. Este é o caso das termoelétricas. A energia produzida por ela não é uma energia limpa, ou seja, para gerá-la é necessário o desgaste de recursos vegetais, isso sem contar que os resíduos produzidos também são altamente poluentes.

O problema, no entanto, não está restrito apenas ao Hemisfério Norte. Países que utilizam, na sua grande maioria, energia limpa, como as hidroelétricas no Brasil, também sofrem com o desgaste ambiental. Para construir uma hidroelétrica, uma grande área precisa ser inundada, havendo a necessidade de deslocamento da população, remoção de espécimes da fauna e flora. Fora que, o crescimento populacional e seu acesso ao consumo, geram toneladas de resíduos que, se não forem tratados, vão parar nos rios, mares e solo. E se não agirmos rápido, a situação só pode piorar.

Uma corrida contra o relógio.

Infelizmente, a humanidade já degradou uma grande parte dos recursos naturais existentes. Mas se não podemos reverter o quadro, pelo menos, há possibilidade de neutralizarmos os efeitos nocivos do progresso. Uma boa atitude é investir em uma economia limpa: consumindo apenas produtos de empresas que, reconhecidamente, invistam na sustentabilidade e preservação do meio ambiente. Outra boa atitude é a pesquisa de fontes renováveis limpas de energia, assim como o desenvolvimento de biocombustíveis. Assim, poderemos, finalmente, fazer o progresso e a natureza caminharem lado a lado.

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