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Distorções e erros de pensamento. Como melhorá-los?

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A terapia cognitiva baseia-se no princípio de que o modo como as pessoas pensam infl uencia significativamente suas emoções e atitudes.Assim, entende-se que emoções e comportamentos disfuncionais são decorrentes de maneiras erradas de pensar. Estas formas de pensamento são chamadas de distorções cognitivas e a Terapia Cognitiva busca corrigi-las.

OPara combater essas distorções, em primeiro lugar,precisamos identifi cá-las. Estes pensamentos imprecisos são normalmente utilizados para reforçar pensamentos ou emoções negativas, dizendo-nos coisas (nosso diálogo interno) que parecem racionais e precisas, mas na verdade, só servem para fazernos sentir mal acerca de nós mesmos.Foi o psicólogo Aaron Beck que popularizou as distorções cognitivas.

São elas:

1.FILTRAGEM OU VISÃO EM TÚNEL 
Focamos os detalhes negativos e os aumentamos,enquanto fi ltramos todos os aspectos positivos de uma situação. A visão da realidade torna-se distorcida.

2.PENSAMENTO POLARIZADO (TUDO OU NADA) 
As coisas são “preto ou branco”. Não há meio termo. Você coloca as pessoas ou situações em categorias extremas.

3.LEITURA MENTAL
Você acha que sabe o que os outros estão pensando,falhando assim, ao considerar outras possibilidades mais prováveis.

4.SUPERGENERALIZAÇÃO
Chegamos a uma conclusão geral baseada num único incidente ou elemento de prova. Se algo de ruim acontece uma vez, esperamos que aconteça mais vezes.

5.TIRAR CONCLUSÕES PRECIPITADAS 
Sem que as pessoas nos informem, nós julgamos saber o que elas estão sentindo, porque agem de determinada forma e até por quais as razões que fazem isso.

6.CATASTROFIZAÇÃO 
Esperamos que a catástrofe aconteça independentemente da razão. Ouvimos falar de um problema e usamos a questão do tipo: “E se…” (Ex.:“E se a tragédia acontecer? ”E se isso acontece comigo?”).

7.MAGNIFICAÇÃO OU MINIMIZAÇÃO 
Uma pessoa pode exagerar a importância de eventos insignifi cantes ou pode negligenciar/reduzir de forma inadequada o tamanho dos eventos signifi cativos, até que pareçam muito pequenos (Ex.: as qualidades desejadas de uma pessoa ou as imperfeições de alguém). 

8.PERSONALIZAÇÃO
Pensamos que tudo o que as pessoas fazem ou dizem está relacionado a nós. Você atribui a si mesmo culpa desproporcional por eventos negativos e não consegue ver que, certos eventos, também são provocados pelos outros. (Ex.:“Meu casamento terminou porque falhei”.)

9.FILTRO MENTAL 
Você presta atenção indevida a um detalhe negativo em vez de considerar o quadro geral. ( Ex:. Em uma avaliação você tirou notas altas e baixas. Porém, só consegue observar as notas baixas e por isso, acha que fez um péssimo trabalho.)

10.SUPERVALORIZAR O OPOSTO (HIPÓTESE DO OPOSTO) 
Acreditar que se você não gosta de “X” você vai gostar do oposto de “X”. (Ex.: “Se não gosta de alguém tagarela, vai gostar de alguém calado.”)

11.OS “DEVERIAS” 
Muitos de nós temos uma lista de regras rígidas sobre os outros e acerca da forma como devemos comportarnos. As pessoas que quebrarem essas regras fazem zangar-nos e, também, sentimo-nos culpados quando nós violamos essas regras.

12.ARGUMENTAÇÃO EMOCIONAL 
Acreditamos que aquilo que sentimos deve ser automaticamente verdade. Se nos sentirmos estúpidos e aborrecidos, então, temos de ser estúpidos e enfadonhos. Você assume que as suas emoções não saudáveis refl etem coisas que realmente são: “Eu sinto isto, por isso deve ser verdade.”

13.FALÁCIA DA MUDANÇA
Esperamos que as outras pessoas mudem para se adequarem a nós, se fi zermos pressão ou as convencermos o sufi ciente. Precisamos mudar as pessoas, porque as nossas esperanças de felicidade parecem depender inteiramente delas.

14.ROTULAGEM 
Generalizamos uma ou duas qualidades num julgamento negativo global. Estas são formas extremas de generalizar. Ao invés de descrever um erro no contexto de uma situação específi ca, uma pessoa irá anexar um rótulo prejudicial para si mesmo. (Ex.: Você falhou em apenas uma tarefa e por isso, acha-se uma perdedora. Uma pessoa que gosta de rotular, ao invés de dizer que uma mãe deixa os fi lhos na creche, diria que ela abandona seus fi lhos com estranhos.

15.ESTAR SEMPRE CERTO
Estamos constantemente a tentar provar que as nossas opiniões e ações são corretas. Estar errado é impensável e estar certo, muitas vezes, é mais importante que os sentimentos dos outros.

16. BUSCAR LÓGICA EM TUDO (ONDE NÃO HÁ LÓGICA) 
Querer entender o porque de acontecimentos que ocorrem ao acaso ou encontrar o motivo ou o culpado para tudo. Todas essas distorções de pensamentos podem ser trabalhadas na terapia cognitivo-comportamental, onde descobrimos que pensamentos geram sentimentos e comportamentos. As distorções são avaliadas e trocadas por pensamentos mais adaptativos, o que faz gera uma melhora na qualidade de vida e bem-estar emocional.

 

 

 

 



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