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Peru: história, mistério e uma viagem cheia de aventuras.

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 Há centenas de anos, uma civilização indígena revolucionou o mundo com um moderno sistema de irrigação, um calendário avançado e tecnologias tão surpreendentes que, até hoje, despertam a curiosidade de historiadores e arqueólogos do mundo inteiro. Apesar de dizimada pela colonização espanhola, esses índios deixaram um forte legado para a humanidade e talvez, uma das mais bonitas e grandiosas cidades já construídas na América Latina. Você vai embarcar com a Revista Help.Comem uma aventura cheia de história, surpresas e beleza. Seja bem-vindo ao Peru e à misteriosa Machu Picchu, o berço da civilização inca. 

MUITO ALÉM DOS LIVROS DE HISTÓRIA.
Muitos consideram Machu Picchu a viagem de uma vida. E não é para menos, a cidade de pedra no alto de uma montanha foi descoberta em 1911 e, desde então, desperta a curiosidade de milhares de turistas. Sua importância, não apenas para o Peru, mas para toda América Latina, pode ser medida pelo mais recente título recebido pela cidade: ela é considerada, junto com o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, uma das sete novas maravilhas do mundo moderno.A cidade ainda mantém os traços de uma das mais importantes civilizações indígenas do mundo, os incas. Eles possuíam avançados sistemas de engenharia e contabilidade. Algo tão moderno para a época que algumas pessoas realmente acreditam que eles eram, na verdade, extraterrestres. Porém, teorias fantásticas à parte, os incas dominaram amplamente toda a região onde hoje é constituído o Peru, adoravam o sol e utilizavam amplamente metais como prata, cobre e, inclusive, o ouro. Foi justamente o uso dos metais que despertou a cobiça dos colonizadores espanhóis. Em 1532, o espanhol e conquistador Francisco Pizzaro, através de manobras políticas e força, submeteu à antiga cultura e a religião indígena aos costumes espanhóis e católicos. Assim, chagava ao fim uma das mais fantásticas civilizações antigas.

OS NOVOS CONQUISTADORES. 
Engana-se quem acredita que Pizarro foi o último explorador da cultura inca. Durante anos o sítio arqueológico de Machu Picchu sofreu com o turismo desenfreado o que colocou em risco a sua integridade histórica. Hoje, para amenizar esses problemas, o governo peruano limitou o número de visitantes diários. Apenas 2500 pessoas por dias estão autorizadas a visitar a Cidade de Pedra. Quem viaja através de agências de turismo possui a facilidade de já adquirir, junto com o pacote, a prévia autorização (a própria agência se encarrega da parte burocrática). Quem viaja por conta própria precisa adquirir a autorização previamente com as autoridades através do site www.machupicchu.gob.pe. Outra dica importante é que até bem pouco tempo atrás, para viajar ao Peru, era necessário o certificado de vacinação contra a febre amarela mas, apesar de não ser mais obrigatório, é recomendável que o visitante a tome. Por fim, a última lembrança: o Peru não faz parte do MERCOSUL, ou seja, o viajante precisa de passaporte para entrar no país.

FÔLEGO PARA A AVENTURA. 
Apesar de Lima ser a capital oficial do Peru, com certeza, Cusco é a capital oficial do turismo, já que possui uma das melhores infraestruturas de hotéis do país. Além de ser o ponto de partida para Machu Picchu, a cidade também possui atrações imperdíveis: você poderá comprar ingressos para mais de 100 sítios arqueológicos ou, então, visitar outra famosa cidade da região, Nazca, aonde estão localizadas as famosas Linhas de Nazca, figuras gigantescas que só podem ser vistas do alto.De Cusco partem diversas trilhas que recortam toda cordilheira dos Andes. A mais famosa e procurada delas é a Trilha Inca, que demora 4 dias para ser concluída e leva até o sítio arqueológico de Machu Picchu. Antes de se aventurar, o turista deve, primeiramente, se planejar. Assim como na Cidade de Pedra, o acesso à trilha é controlado. Apenas 500 pessoas por dia, incluindo cozinheiro e guias turísticos, podem fazer a trilha. É preciso agendamento e autorização prévia. Depois de tudo planejado, o que você não pode deixar de levar é disposição. Além de concorrida, a trilha é bastante puxada e os andarilhos precisam pernoitar em acampamentos e abrigos. Isso sem falar nos problemas comuns enfrentados na altitude, como o frio intenso em algumas épocas do ano e o ar rarefeito, que pode fazer com que o visitante sinta-se literalmente, sem ar. 

MAIS COMODIDADE E CONFORTO. 
Se a aventura pela trilha não é a sua praia, fique tranquilo. É possível chegar a Machu Picchu através de trens. Há duas operadoras locais com opções para todos os tipos de turistas. Os trens partem de Cusco até a cidade de Águas Calientes, de onde você poderá fazer uma trilha até a entrada do sítio arqueológico (cerca de uma hora de caminhada). Outra opção é pegar um ônibus que parte de Águas Calientes até Machu Picchu, cerca de 25 minutos de viagem. Mas caso você tenha um bom dinheiro guardado, ainda pode optar por se hospedar no único e luxuosíssimo hotel da região, o Sanctuary Logde.

PARA ENTRAR NA HISTÓRIA. 
Quem faz a Trilha Inca, depois de 3 dias chega até o ponto chamado de Porta do Sol. Pela primeira vez, em todo o trajeto, pode-se observar a cidade de Machu Picchu. Os primeiros raios de sol iluminam apenas um ponto da cidade que vai, ao passar do tempo, ganhando aspectos dourados. Um espetáculo diário. Mas as verdadeiras atrações estão dentro do sítio arqueológico. Para facilitar o entendimento, os guias dividem a cidade em setores: sagrado, nobre, por exemplo. No setor sagrado está uma das mais importantes atrações do local. Um relógio de sol feito para ajudar os incas a contar a passagem de tempo. Não se pode tocar no relógio, porém, acredita-se que quem estender suas mãos sobre ele estará absorvendo as energias incas. Uma caminha pelo local também mostrará a riqueza da arquitetura inca. Construções feitas com uma precisão indescritível, muitas vezes com blocos maciços de pedra, que serviam desde casas até fontes e palácios.Por seu misticismo, história e natureza, Machu Picchu está longe de ser um roteiro comum. Ele é uma volta ao passado e uma chance de repensarmos como será o nosso futuro. Boa viagem

 

 

 

 



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