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Violência nas escolas. Um verdadeiro soco na educação.

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Parece estar cada vez mais frequente: ligamos a TV e nos deparamos com cenas de violência, mas não em fi lmes ou novelas e sim, nos noticiários. Reportagens que mostram brigas entre alunos, pais e alunos, pais e professores e, pasmem, até entre alunos e professores. Você irá ver que, nessa luta, a educação é a única a perder.

NÃO LEVAR DESAFORO PARA A CASA E TRAZER PROBLEMAS PARA A ESCOLA.
Quase toda criança já se envolveu em algum confl ito na escola. Uma discussão boba na aula de educação física. Um desentendimento entre amigas na hora do recreio. Porém, basta uma conversa ou um pedido de desculpas para que tudo fi que bem novamente. Situações como essas ajudam a criança a se desenvolver, a reconhecer um erro, reivindicar seu direito e até a lidar com as diferenças de pessoas e opiniões. Elas ainda aprendem limites. É a velha máxima: “o seu direito termina quando começa o do outro”.
O problema, ao que parece, é que a situação saiu ao controle e, o que era uma situação corriqueira, acaba se tornando até mesmo caso de polícia. Há meses atrás, um vídeo se popularizou na internet ao mostrar um aluno de uma escola Australiana que agredia o outro colega de classe. No Paraná, por exemplo, um pai, ao saber que seu fi lho tinha sido agredido na escola, ao invés de conversar com os responsáveis, bateu na mãe do aluno. Há casos ainda mais extremos. Em São Paulo, uma professora, ao pegar um aluno colando, teve seu carro arranhado no estacionamento do colégio. Mas fi ca a questão: de quem é a culpa?

É CONVERSANDO QUE TODOS SE ENTENDEM.
Procurar um único culpado é um dos grandes erros que pais e professores cometem. Se por um lado os pais não impõem limites, a escola peca em não avaliar mais de perto o comportamento de alunos. Fora esses fatores, ainda vivemos na “cultura do exibicionismo”: levar a vantagem sobre outro amigo, seja na forma de vídeo ou boatos é uma atitude cada vez mais divulgada, pois aumenta a popularidade do aluno agressor. Um diálogo franco e direto ainda é a melhor solução para esse tipo de problema. Os pais devem, continuamente, conversar e ensinar os fi lhos, dando exemplos de conduta que devem ser seguidos. As crianças são como esponjas e absorvem, mesmo sem perceber, comportamento que temos dentro e fora de casa. Como seu fi lho vai aprender a não brigar se, no trânsito, qualquer erro é sinal de irritação?
A escola e professores também possuem sua parcela de culpa. Os alunos devem ser vistos como indivíduos, com problemas e particularidades únicas. A escola também deve informar aos responsáveis o menor sinal de agressividade ou animosidade entre alunos ou grupos. Para isso, o relacionamento entre pais e professores deve ser o mais estreito o possível. Por fi m, nem os alunos estão isentos de responsabilidade. Os mais velhos, aqueles que já sabem ou que já estão na idade de defi nir quais comportamentos são certos e errados, devem ver a punição, no caso de algo grave, como uma forma de aprendizado, não de retaliação. Essas são algumas formas de expulsarmos, de vez, a violência de dentro das salas de aula.

 

 

 

 



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