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O Rio de Janeiro contará com o 1º Serviço de reprodução humana gratuito.

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O Rio de Janeiro passará a contar com um serviço gratuito de Reprodução Humana Assistida. O setor será instalado no Hospital Universitário Pedro Ernesto e contará com o fertileuta Paulo Gallo como responsável técnico.
A expectativa é de atender de 15 a 20 casais por mês. O novo serviço foi viabilizado após a doação de equipamentos próprios para a técnica, e o Estado arcará com as obras de adaptação do hospital, que
fi carão em torno de R$ 200 mil.
O SONHO SE SER MÃE, MAIS PRÓXIMO DE TODAS.
De acordo com o médico, o Hupe já conta com 500 pessoas na fi la, aguardando este tipo de tratamento. “Esta novidade permitirá que casais de renda mais baixa tenham acesso a um serviço que, hoje, infelizmente é restrito a quem tem melhores condições fi nanceiras”, aponta o fertileuta.
A iniciativa partiu do Professor Paulo Gallo de Sá, que além de Chefe do Setor de Infertilidade do HUPE/UERJ, é diretor médico do Vida – Centro de
Fertilidade da Rede D’Or, que em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde, vai presentear o Rio de
Janeiro com o primeiro centro gratuito de reprodução humana assistida.
Toda a obra de adaptação do centro cirúrgico e as despesas com materiais serão custeados pelo Governo Estadual, por meio da Secretaria de Saúde.
Segundo Gallo, a idéia é formar três fi las paralelas, de acordo com a faixa etária das candidatas:
uma para pacientes com até 30 anos, outra para candidatas com até 35 e uma terceira para pacientes com até 42 anos. “Após os 42, a fertilização assistida não é impossível, mas as chances de engravidar são menores”, afi rma o obstetra.
AMPLIANDO FAMÍLIAS E ESPERANÇAS.
O Centro de Reprodução Humana ainda nem inaugurou e o Dr. Paulo Gallo já planeja montar fi liais em outros municípios do Estado, “Se depender de mim, o Centro de Reprodução Humana servirá de modelo para


outras cidades. A ideia é montar equipes para fazer o atendimento clínico em outros municípios. Não faz
sentido uma mulher de Campos ou Volta Redonda vir ao Rio só para fazer uma consulta”, justifi ca. E é pensando assim que o Deputado Estadual Luiz Martins do PDT embasa o Projeto de Lei 556/11 de sua autoria, que defende a reprodução humana assistida gratuita. “Não se trata, apenas, de uma simples fertilização. O projeto defende o tratamento para casais que comprovem, mediante diagnóstico médico, a infertilidade conjugal. A vida do casal está em jogo,
além de ser um grande avanço tecnológico e social”, explica Martins.
De acordo com Gallo, um tratamento de fertilização pode chegar a custar até R$ 17 mil e nem todos que sofrem desse problema têm possibilidade de fi nanciar o tratamento. “Como diz a nossa Constituição Federal, o planejamento familiar é um direito de todo casal e um dever do Estado. Por isso, queremos que o serviço público ofereça assistência a todos os casais que encontrarem difi culdades em engravidar”, explicou o especialista.
Segundo Paulo Gallo, idealizador do projeto, além de igualar o Rio de Janeiro, única grande metrópole da Federação que não possui o serviço gratuito, às demais capitais que já oferecem esse tipo de serviço, o centro vai ajudar a resolver um problema de saúde pública no Estado. “A infertilidade atinge de 10% a 15% dos casais e agora a população mais carente vai ter acesso gratuito ao tratamento”

 



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