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Fernando de Noronha: um paraíso cercado de beleza por todos os lados.

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Se existe um lugar no Brasil que dispensa apresentações,
certamente é o arquipélago de Fernando de Noronha.
Muitos fatores contribuem para este santuário ecológico ser o sonho de consumo de inúmeras pessoas ao redor do mundo: a beleza deslumbrante, o clima quente o ano inteiro e, principalmente, estar frente
a frente com uma quase intocada paisagem. Você vai acompanhar a Revista Help.Com nesta viagem cheia
de ecologia e preservação.
O PARAÍSO É AQUI!
Pode parecer redundante, mas associar Fernando de Noronha ao paraíso não é exagero. Até porque a
primeira pessoa que pisou nas ilhas do arquipélago fez exatamente essa afi rmação. O navegador Américo
Vespúcio, em 1503. Ao se deparar com as areias claras e águas verdes cristalinas escreveu algumas linhas para a Coroa Portuguesa exaltando as belezas locais.
Porém, o que fi cou marcado para sempre foi a frase que deu início ao parágrafo: “O paraíso é aqui.” Muitas pessoas que desejam conhecer esse badalado destino desconhecem seu passado nem um pouco glamuroso. As ilhas já serviram de prisão para diversos condenados europeus. E foram eles que, durante dois séculos, ajudaram a erguer a grande maioria das construções. Outra curiosidade é que o arquipélago não pertencia ao Brasil. Esse pedacinho estratégico e
lindo no Oceano Atlântico já foi território dos Estados Unidos, França e até Holanda. Mas no fi nal da década de 80 ele foi reintegrado ao território nacional. Mas as polêmicas não param por aí: ofi cialmente as ilhas fazem parte do estado de Pernambuco mas, geografi camente,
estão mais perto do Rio Grande do Norte.
UM TURISMO REALMENTE ECOLÓGICO.
Tudo em Fernando de Noronha gira em torno da sustentabilidade e natureza, até mesmo o turismo.
Apesar de estar aberta aos visitantes durante todo
o ano, quem deseja viajar até as ilhas precisa, além de agendamendo prévio com as autoridades, efetuar o pagamento de um imposto chamado taxa de preservação. O valor varia conforme o número de dias de permanência na Ilha e, dependendo da duração da viagem, pode encarecer o passeio em mais de R$ 3.000,00. A taxa pode ser paga através de bancos, basta imprimir seu boleto pela internet através do site www.noronha.pe.gov.br, ou embutir o custo em um pacote de viagens oferecido por agências de turismo. O controle em relação ao turismo tem
o seu porquê: para evitar a degradação da fauna e fl ora, tanto a marinha quanto a terrestre, apenas 700 pessoas podem pernoitar nas ilhas. O que restringe e faz com que o viajante tenha de se programar bem antes.
UM OCEANO DE SURPRESAS BEM NA SUA FRENTE.
Existem duas formas de se chegar até o arquipélago:
a mais tradicional é por meio de avião. A maioria dos visitantes sai de diversas capitais brasileiras, e até de
outros países, para a Recife, a capital pernambucana, e de lá pegam voos para a Ilha. A vantagem é que há linhas diárias saindo da cidade para o arquipélago,

 


o que facilita bastante a viagem. Outra forma de se chegar é através dos cruzeiros e barcos que fazem uma parada estratégica em Noronha. Uma vez na ilha, você pode preparar o fôlego. O local foi tombado pela Unesco como patrimônio natural da humanidade e é um dos poucos lugares do Brasil onde até o oceano
merece destaque: as ilhas formam um dos mais belos parques nacionais marinhos. Um dos melhores locais de toda costa brasileira para a prática de mergulho, que, não é para menos, é uma das atividades mais procuradas pelos visitantes. Por exemplo, se você deseja mergulhar de snorkel (um respirador específi co
para mergulho) o melhor ponto é a praia do Atalaia.
Cardumes de peixes coloridos e tartarugas marinhas gigantes fazem a festa de mergulhadores. Mas fi que
atento: além de precisar de senha para entrar nesta praia, você precisará cronometrar o mergulho, já que há um tempo pré-determinado para a prática.
Se você é daqueles que amam madrugar, o passeio ideal é uma visita ao Mirante dos Golfi nhos, na baía dos golfi nhos. O melhor horário para a observação desses animais é às 6 da manhã. Biólogos do Ibama fi cam de plantão, emprestam binóculos e fornecem explicações para todos. Na baía dos golfi nhos é proibida a prática do mergulho.
ESMERALDA DO ATLÂNTICO.
Diversas praias de Noronha já foram citadas em diversos guias de viagens como as mais bonitas do mundo, entre elas as que formam a mais famosa trinca do local: a Praia da Cacimba do Padre, Baía dos Porcos e Sancho. Essas praias fi cam situadas no chamado mar de dentro e localizadas uma ao lado da outra. Porém o acesso à Baía dos Porcos e Sancho não é dos mais fáceis e exigem um pouco de esforço.
Vale lembrar que esta última praia é considerada o cartão postal do arquipélago, tamanha é sua beleza,
as águas verdes e transparentes se assemelham a cor da famosa pedra preciosa.
Outra praia que merece um grande destaque é a Praia do Leão, o berçário natural das tartarugas marinhas.
Nos meses de abril e julho, os viajantes podem acompanhar a desova e o nascimento de dezenas de animaizinhos, sob a supervisão do projeto TAMAR.
DIVERSÕES PARA TODOS: DENTRO E FORA DA ÁGUA.
Fernando de Noronha também oferece atrações incríveis fora da água. Quem não quer perder tempo
pode optar pelo Ilhatur. Um passeio de bugre que dura o dia inteiro e leva o visitante às principais praias do arquipélago. Outra atração é a Vila dos Remédios, o centro administrativo da ilha, com construções históricas e até um memorial que narra, através de fotos, os principais fatos ocorridos no lugar. Até os agitos noturnos visam a sustentabilidade: no centro de visitantes, diariamente, há palestras, apresentação de fi lmes e debates sobre diversos temas ligados ao
meio ambiente. Quem quiser estender ainda mais a diversão, pode conhecer os barzinhos e terminar a noite ao som de um bom forró.
Acredite: por mais que tenhamos nos esforçado para descrever com detalhes Fernando de Noronha,
nenhuma palavra é capaz de transmitir com exatidão a beleza da natureza, das paisagens e dos animais.
Essa talvez não seja um dos destinos mais baratos, mas sem sombra de dúvida, cada centavo valerá, pois é como conhecer o paraíso, sem precisar morrer.

 

 



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