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Anorexia: quando a busca pela beleza vira doença.

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Com o final do ano e a chegada do verão é normal que todo mundo comece a cuidar da aparência, até porque, ninguém quer fazer feio nas festas da família ou na praia. Mas algumas pessoas que, inicialmente queriam perder um ou dois quilos acabam emagrecendo cada vez mais, e o pior, ainda se acham gordas. A partir de agora vamos mostrar uma história real que pode ajudar muitas pessoas a dar a volta por cima.

MENTE SÃ, CORPO SÃO.
A anorexia nervosa é um distúrbio alimentar onde a pessoa possui uma preocupação exagerada com o peso corporal. Apesar de atingir em sua grande maioria mulheres, ela já está se tornando comum nos homens. A doente apesar de magra, não consegue se enxergar assim e acaba exagerando nos exercícios, toma laxantes, remédios e diuréticos e em muitos casos chega a jejuar. A preocupação é tão grande que a pessoa é incapaz de se achar doente, com isso desenvolve graves problemas psiquiátricos.
Em casos extremos, a mulher desenvolve amenorréia (interrupção da menstruação) a pele  ?ca seca, os ossos frágeis (podendo ocorrer fraturas sem que nada tenha acontecido) e o coração e fígado muito debilitados.
Infelizmente, com os padrões estéticos atuais e a influência da mídia, essa doença tem se tornado comum em todas as faixas etárias.
Por apresentar sintomas silenciosos a atenção da família e amigos são fundamentais. Ao qualquer indício (preocupação exagerada com o peso, dietas muito restritivas sem acompanhamento profissional, perda acelerada de peso sem nenhum motivo orgânico, comportamento compulsivos, como se pesar várias vezes ao dia, etc.) converse com a pessoa e procure a ajuda de um médico.


QUANDO O COMEÇO É CEDO:
Aos 16 anos, a jornalista B. (hoje com 27), desenvolveu a doença. Ela abriu o coração e nos conta este período conturbado de sua vida: “Sempre fui uma criança gordinha. Gordinha e feliz. Mas ao 16 anos, todo o excesso de peso começou a me incomodar. Todas as minhas amigas tinham namorado, menos eu. Foi aí que decidi entrar em uma dieta, dessas que você encontra em qualquer revista. Não fui a nenhum médico ou nutricionista. Segui um mês à risca e acabei perdendo 4 quilos. Ao invés de parar, isso me incentivou a emagrecer mais, muito mais.
Me matriculei na academia e passava mais tempo correndo na esteira que na sala de aula. Óbvio que nesta época repeti de ano. Para piorar, minha mãe me tirou da academia, para compensar,  passei a comer cada vez menos e comecei a tomar diversos remédios para emagrecer, que conseguia de forma ilegal com uma amiga. Ao  final de um ano, desde o início do processo, eu estava pesando apenas 45 quilos (tenho 1,73m) e havia parado de menstruar. A fraqueza era tanta que, no aniversário de um primo, desmaiei.
Esse foi o estopim para uma internação forçada e o começo de um longo tratamento com psicólogos e psiquiatras que dura até hoje. Já recuperei o meu peso, sou uma pessoa normal e tenho um ótimo namorado. Ainda tenho medo de uma recaída, mas já não encaro um prato de macarrão como um inimigo.”



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